terça-feira, 10 de março de 2009

CD Nacional x CS Marítimo



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9 comentários:

Anónimo disse...

Bilhetes a 10 euros para a bancada Lateral Sul, porta nº4 do campo do Choupanense!

Comprem os bilhetes na sede do nacional (Rua do Esmeraldo-por cima da "praça amarela")!

Um abraço a todos ;)

Anónimo disse...

Bora láááá pessoal!

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Rui Afonso disse...

Estádio dos Barreiros

Mais algumas informações sobre o processo de avaliação das propostas apresentadas no concurso para a construção do (novo) Estádio dos Barreiros:
A providência cautelar apresentada pela empresa afastada do concurso aquando da abertura das propostas terá surtido efeito pelo que, aparentemente, terá sido reintegrada à condição, até a decisão do tribunal. Afinal, com o benefício do Marítimo pois sabe-se que será a proposta mais barata.
Não se entende mesmo a razão de tal afastamento. Afinal, quantas mais propostas sobre a mesa, mais haveria por onde escolher. Nem sequer colhia a justificação da falta do tal documento (entre milhares) com menos uma assinatura. Assinatura que podia ser recolhida em qualquer momento, por simples opção do Júri, que daria um prazo para o efeito, ficando, naquela altura, a análise documental suspensa até a regularização da situação. Era possível e, do ponto de vista do Marítimo, era vantajoso. Mistérios insondáveis que estarão por detrás da opção (inicial) do Júri.
Entretanto, a proposta anunciada publicamente como a mais barata será, afinal, a mais cara. Custos na ordem dos mil euros por metro quadrado fazem dessa, uma má proposta, quer para o Marítimo (que ficaria com uma instalação mínima), quer para os contribuintes e Governo Regional (financiadores) que pagarão mais por muito menos. Afinal, retira 20% ao custo global, mas constrói quase 50% menos que as restantes. Haverá, a concurso, algumas propostas de construção a valores pouco acima dos seiscentos euros o metro quadrado.
Em paralelo, consta que aquela mesma proposta (é uma alternativa e não uma variante à proposta base) não se enquadra, legalmente, no concurso público que é de construção (só podem ser aceites variantes ao projecto base – do Marítimo) e não de concepção-construção (única situação onde os concorrentes poderiam apresentar projectos alternativos). Inclusive, por este facto, essa alternativa deveria ter sido logo desclassificada, à partida. A sua escolha, hipotética, seria ilegal e justificaria as reclamações dos restantes concorrentes.
A opção de apresentar um projecto base a concurso foi uma boa opção do Marítimo, definindo à partida o que pretendia - não entregando essa tarefa a outros – mas não deixando de abrir a possibilidade de apresentação de variantes (alterações ou reduções de programa simples à proposta base, definida e colocada a concurso).
Defende também os contribuintes, permitindo balizar os custos finais da obra a concurso, ao contrário de outras soluções onde a Região acabaria por pagar a factura final, sem “pesar” o que é construído.
Face a esta situação, é de esperar que a obra seja adjudicada a uma das empresas com custo m2 inferior, garantindo a execução do projecto base, mesmo que o governo limite o seu apoio financeiro, exclusivamente às áreas desportivas ali (bem) definidas.
Para os outros espaços, comerciais, como queria o Presidente do Governo (a maioria nos baixos das bancadas) caberá ao Marítimo encontrar financiadores (possíveis investidores, futuros utilizadores dos espaços comerciais) que suportarão a construção e acabamentos (agora ou no futuro em fase de maior desafogo económico) de espaços que viabilizarão o Estádio resultante, libertando-o (como todos os que agora se vão construindo por esse Mundo fora) de ser consumidor eterno de recursos públicos. Evitando o exemplo do adversário regional que enfrenta um futuro difícil face aos custos de manutenção do seu espaço poderem se tornar incomportáveis quando os recursos públicos se reduzirem ou estancarem. Será provavelmente por isto, que algumas forças e lóbis conotados com a Choupana têm lutado contra um projecto comercial nos Barreiros. Para garantirem que também o Marítimo terá a dependência que não puderam evitar na sua opção.
Este processo deverá ser validado logo que se concretize a assinatura do acordo da cedência do terreno do actual Estádio dos Barreiros que já está agendado.
O atraso esteve ligado ao facto do registo do terreno, realizado há alguns meses, estar incorrecto, pois terá alargado inutilmente a todo o terreno (30mil m2) as condicionantes e limitações de uso do mesmo (uso desportivo exclusivo) só aplicável a uma parte do mesmo (17mil m2). Como comprova diversa documentação, referente à cedência do terreno ao Estado (Junta Geral) nos anos 50 do século passado, já na posse das entidades financiadoras e da competente (D R Património) para o efeito.
A alteração do registo do prédio a ceder é determinante para que o Estádio dos Barreiros não seja (mais) um “elefante branco” dependente do erário público. Não sendo feita essa alteração no registo ou no contrato de outorga do terreno (e mantida a restrição “desportiva” para toda a sua área cedida, terá vencido – contra o Marítimo - a posição de algum lóbi no departamento governamental do sector das obras e dos defensores de um “elefante branco” nos Barreiros (para não haver diferenciação do que tem o Nacional na serra).
E, em simultâneo, seria dada uma “facada” nas costas do Presidente do Governo Regional, que sempre pugnou por um Estádio Comercial (que é possível ali construir sem ser – essa componente - às custas do Governo e dos contribuintes) que liberte regularmente recursos destinados a sua gestão e manutenção.

Rui Rodrigues disse...

Sabe-se que a direcção do Marítimo, fazendo a gestão do presente (e hipotecando o futuro) estará prestes a adjudicar a obra dos Barreiros ao projecto alternativo que apresenta custos por metro quadrado 50% superiores às das restantes propostas.

O Governo Regional terá feito o devido, havendo informações que definiu o apoio a conceder, limitando-o ao valor da componente desportiva. E dando liberdade ao Clube para decidir conforme achar por bem, podendo ir além da componente desportiva, agora que está esclarecido que as condicionantes de uso desportivo impostas na cedência do antigo campo do Nacional apenas se aplicavam a menos de metade do terreno actual.

Os problemas e contras daquela opção são grandes, mas tudo parece estar direccionado para ali:

Esse projecto alternativo apenas constrói (cara) a parte desportiva e impede qualquer possibilidade futura de viabilização da estrutura através da inclusão de espaços comerciais. Típico de gestores de hoje que apontam apenas para a inauguração e não para um futuro sustentado.

O projecto alternativo valerá 20 (600 Euros/m2 x área a construir) mas custará 31,5 (valor proposto).

O projecto base (uma das suas possíveis variantes) custaria os mesmos 31,5 e asseguraria a mesmíssima componente desportiva, mas incluiria áreas vazias e em tosco, disponíveis para futuros usos e investimentos comerciais. Não é preciso agora mais dinheiro. No futuro, quando fosse oportuno e possível, esses processos seriam desencadeados. Uma opção para gestores com visão. Não serão os actuais dirigentes do Marítimo.

O projecto alternativo é … alternativo. E não variante à proposta base que o próprio Marítimo colocou a concurso. Ora, assim será uma proposta ilegal face às condicionantes colocadas a concurso. O que motivará ou pode motivar as reclamações justas e procedentes dos restantes concorrentes.

Com o prejuízo do Marítimo e dos recursos públicos, poderá agora, acontecer o que aconteceu no Estádio da Serra: quando se cobram 31,5 por algo que vale 20, sobram 11,5. Dará para “calar” as reclamações dos concorrentes (1 a cada), para pagar as camisolas da equipa por 5 anos e sobrará para o empreiteiro, para além da margem da obra, outros 5. Depois (será mais difícil, mas, fazendo o paralelismo) teremos um novo Estádio Carlos Pereira.

Ao fim dos 5 anos, sem qualquer meio de subsistência, o Estádio mudará o seu nome para Estádio RAM e rogará por mais alguns subsídios. Pois no passado (agora) foram tomadas decisões sem visão de futuro …

João Santos disse...

No dia 23, será escolhido o projecto do Marítimo ou o do …. Nacional?

O Clube Sport do Mar necessitava de um autocarro de 20 lugares. Para o efeito, definiu as suas características e lançou uma consulta ao mercado. O concurso admitia variantes.

Responderam meia dúzia de concorrentes.

Um deles, esqueceu-se de referir na proposta escrita, que a viatura tinha suporte para a matrícula. O Júri, rigoroso, a pedido de uma das empresas, tratou logo de excluir a proposta. Mais tarde, soube-se que era a proposta cumpridora mais barata…

A maioria das empresas apresentou várias variantes: uns com cadeiras com forros de cabedal, outros, tecido. Uns com GPS outros com ABS. Outros ainda pintaram a viatura com as cores do Clube, outros apresentaram-na verde, outros, vermelha.

Um concorrente, mais espertalhão, apresentou… uma carrinha de 9 lugares. Para além da viatura de 20 (esta, muito cara).

A carrinha de 9 lugares era igual à que tinham “vendido” ao clube concorrente (o Clube Desportivo da Serra) anos atrás. Com algumas diferenciantes. Claro que era mais barata que os autocarros de 20 lugares propostos. Mas, viu-se logo, a diferença de custo era mínima e o valor do bem, quase metade do dos outros.

Não se entendeu porque não foi eliminada esta proposta ALTERNATIVA que não era, de alguma forma, uma VARIANTE ao que pretendia (e definiu isso à partida), o CSM, na definição do objecto a concurso.

Claro que não estamos a falar de carros. Mas sim do Estádio dos Barreiros.

As últimas notícias referem que a “carrinha de 9 lugares” está na corrida. Mas como? Não respeitou o objecto de concurso que solicitava a apresentação de valores de construção para um Estádio pré-definido pelo Marítimo (projecto base).

Em vez de um Estádio com capacidade (agora ou no futuro, quando aparecer um investidor) de introdução de espaços comerciais temos, nessa proposta, um Estádio “aberto aos lados”, sem futuro e que faz perder e dispersar todo o ambiente desportivo criado pelo público. Para entendermos do que estamos a falar, basta comparar os ambientes de estádios como o de Braga ou do Nacional com os de tipologia inglesa onde o público quase “toca” os jogadores após os golos ou na marcação dos pontapés de canto. Quais são as imagens de maior emoção a que assistimos nos jogos ingleses e que mais marcam quem as vive e quem as vê? As que se sucedem junto às balizas. Quando há um canto, um livre, uma jogada, … um golo. Alegrias dos jogadores logo ali, partilhadas com o público.

Ora, colocando as bancadas apenas nas laterais, fazemos crescer o estádio em altura. Prejudicando a cidade, a vizinhança e os espectadores, que ficam mais longe da relva…
Um Estádio igual ao do Nacional? Não obrigado. Foi para evitar essa opção que o Marítimo elaborou um projecto base.

É mais barato? Como?

Se constrói apenas 28 mil metros (é uma carrinha de 9 lugares) e hipoteca a expansão comercial determinante para o futuro do estádio e do clube? Não sendo a proposta excluída (como deveria ser), como comparar preços de propostas quando o objecto proposto é diferente?

Utilizando o custo por metro quadrado. Obviamente. Preço, em construção, tem que ser relativo. Até porque o Governo Regional, e bem, já clarificou o que apoia (a componente desportiva) e com que valor (trinta e um milhões e meio). Gastar mais de 1000 Euros por metro quadrado (as variantes apresentam construção a pouco mais de 600 Euros) e ficar com o futuro hipotecado, um estádio igual ao Nacional e sem o (pretendido) forte e carismático ambiente desportivo? Não obrigado.

Aguardemos pelo dia 23 pela decisão a anunciar na Assembleia Geral, mas, um Estádio igual ao do Nacional?

Não obrigado.

Manuel Luis disse...

Este ano, apesar da vitória-empate, ficamos atrás dos "bichos" da serra.
Temos que nos virar para o futuro: um Estádio diferente do deles. Um Estádio que se pague e gere receitas. Um Estádio fortemente comercial. Para além de cómodo e criador de ambiente motivador (o que não acontece com o deles, cujo ambiente perde-se na serra por ser aberto nos topos.
Felizmente o Marítimo fez o seu estádio e não entregou o processo aos empreiteiros. Apesar de haver um deles que tenta repetir o que fez com o Nacional e criou aquele "momo" na serra. Construindo caro e uma solução insustentável (custos) a médio (ou curto) prazo.
Esse projecto (igual ao do Nacional) não é comercial, custa muito caro (mais de mil euros por metro quadrado, quando a construção custa 600) e hipoteca o futuro.
O projecto colocado pelo Marítimo a concurso (qualquer das suas variantes) responde (pela positiva) ao projecto do Rui ALves.
Mais barato, melhor ambiente, comercial (que garante o futuro).
Vamos construir rapido e dar a volta por cima.

roberto martins disse...

Não se entende porque adia tanto tempo a decisão de escolha do empreiteiro. A questão do financiamento está resolvida. Só se alguém no juri ou na direcção está a contar e a garantir "troco" na sua decisão.
A verdade é que há uma proposta (estranhamente) ainda em jogo que não é legal (é alternativa e não variante ao projecto que o próprio Marítimo colocou a concurso).
Essa proposta (o tal projecto igual à Choupana) dá mais "troco" para essa vilanagem (28 mil metros por 31 milhões - mais de 1000 euros/m2) em relação às outras, sobre o Projecto Base (60 mil metros por 38 milhões - 600 euros/m2) que permite construir menos para já (até aos tais 31 milhões) mas não hipoteca o futuro.
Entende-se a hesitação. Afinal a AFA pode construir 28 mil metros a 600 euros (custo construção efectivo) e embolsa a diferença (quase 15 milhões…) para os 31 milhões. O que dá para derramar por muitos bolsos. Em prejuízo do Governo Regional (dos contribuintes), do Marítimo (Estádio sem ambiente desportivo e sem componente comercial, logo, com futuro comprometido) e da Cidade (Estádio mais "alto" e com impacto volumétrico superior).
Espero que a vilanagem da mamarítimo não leve a sua avante. Apesar de ser ela que tem a decisão nas mãos...

Anónimo disse...

PREOCUPAM-SE COM A LOTA E DEIXEM O NACIONAL EM PAZ!!!.O ESTÁDIO DOS BARREIROS PERTENCEM À REGIÃO!!!